Sabemos doravante, que o mito é uma fala definida pela sua intenção (sou um exemplo de gramática), muito mais do que pela sua literalidade (eu me chamo leão); e que, no entanto, a intenção está de algum modo petrificada, purificada, eternizada, tornada ausente pela literaridade.
– Mitologias, Barthes, p.215
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