May 2013
22 posts
É urgente recuperar o sentido de urgência →
Nós, que podemos ser acessados por celular ou internet 24 horas, sete dias por semana, estamos vivendo no tempo de quem?
A casa nos fornecerá simultaneamente imagens dispersas e um corpo de imagens....
– Bachelard, Gaston (via manualtcc)
O que é seu de verdade? - Série mostra pessoas... →
Será que as coisas realmente nos pertence ou somos apenas guardiões provisórios das coisas do mundo? A fotógrafa Sannah Kvist propõe essa reflexão através da série chamada “All I Own”,  na qual ela fotografa pessoas e seus pertences. …
Conheça o local de trabalho de 15 dos maiores... →
Desde minúsculas mesinhas de mogno até salas de pintura de proporções gigantescas, a única coisa que todos os estúdios criativos que você verá a seguir tem em comum é que eles inspiraram seus ‘usuários’ a criar obras de arte que ficaram marcadas na história da humanidade. Confira abaixo uma seleção de locais de trabalho de 15 personal…
Fotógrafo registra famÃlias ao lado de tudo o... →
O fotógrafo chinês Huang Qingjun criou um projeto chamado de Coisas de FamÃlia, no qual ele fotografou famÃlias chinesas moradoras de regiões remotas do paÃs, ao lado de todos os seus pertences. A série de fotografias nos traz uma reflexão sobre o consumismo e a necessidade real do acúmulo de coisas materiais. Qingjun espera expandir seu…
Mas seu descompasso com o mundo chegava a ser cômico de tão grande: não...
– Clarice L. Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres
http://www.mundomiki.com/intimoepessoal/pertencer-p... →
Há muito de embrutecido na vida do selvagem. Entretanto, no que ele tem de mais...
– John Dewey. Arte como experiência. A criatura viva, p.83
Minha docilidade anda de mãos dadas com a minha fúria.
Não sou meiga, sou...
– Marla de Queiroz (via que-seja-cliche)
Somente quando o passado deixa de perturbar e as expectativas do futuro não são...
– John Dewey. Arte como experiência. A criatura viva, p.82
Diz-se, às vezes, que as pessoas se apaixonam à primeira vista. Mas aquilo por...
– John Dewey. Arte como experiência. Ter uma experiência, p.119
Para perceber, o espectador ou observador tem de criar sua experiência. E a...
– John Dewey. Arte como experiência. Ter uma experiência, p.137
O que falta à maioria de nós, para sermos artistas, não é a emoção inicial,...
– John Dewey. Arte como experiência. O ato de expressão, p.170
April 2013
47 posts
Como ter certeza, ter uma certeza definitiva de que fizemos o que queríamos...
– Bergson. Memória e vida. p. 23 e 24
É o dom de Mnemósine: conduzindo o côro das Musas, confundindo-se com elas,...
– http://eventosmitologiagrega.blogspot.com.br/2010/12/mnemosine-e-as-musas.html
Pró-sinceridade →
Aquele dia, a minha conexão com a Internet não caiu: eu simplesmente não quis falar com você. Recebi sim suas mensagens, só não quis responder. Não atendo seus telefonemas não porque não escuto, ma…
Você define arbitrariamente o presente como que é, quando o presente é...
– Bergson. Matéria e memória. p. 175
A intuição é aquilo por meio do que entramos em contato com o outro em nós (o...
– David Lapoujade in Laymert Garcia dos Santos, p. 54. A vulnerabilidade do ser.
Ele era mais misterioso para mim e talvez porque a gente tivesse se conhecido...
– Abecedário de Deleuze. F de Fidelidade.
Quando começam a me fazer muitas perguntas complicadas, me sinto como a...
– Clarice L. Encontros, p. 62
quando nada está acontecendo: si →
e a mágica de se expressar está toda aí.
: 01. Para não deixar o jardim morrer →
manualtcc:
É preciso estar consciente que um vaso de planta é sempre uma possibilidade de fracasso. As plantas não surgiram em vasos. Além disso, como se sabe, as plantas morrem.
Um jardim é sempre uma tentativa de organização do caos. Plantas crescem independente de nossa vontade, vivem e morrem…
Mas se eu esperar compreender para aceitar as coisas — nunca o ato de entrega se...
– Clarice L. Água viva, p. 68
Também Lóri usava a máscara de palhaço da pintura excessiva. Aquela mesma que...
– Clarice L. Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres, p. 87
O carácter destrutivo é jovem e alegre: destruir rejuvenesce, porque remove...
– Caráter destrutivo - Walter Benjamin
a simulação é a própria condição de vida. A abolição de uma é a abolição de...
– Suely Rolnik. Cartografia Sentimental: Transformações contemporâneas do desejo. p. 100.
suspense”, em todos os sentidos do termo, é o clima básico da trama tanto dos...
– Suely Rolnik. Cartografia Sentimental: Transformações contemporâneas do desejo. p.97 e 98
O caráter destrutivo - Benjamin →
Fazer passar os afetos, é isso que parece gerar brilho.
– Suely Rolnik. Cartografia Sentimental: Transformações contemporâneas do desejo. p . 47